3º Médio

Aula 6

A Alta Idade Média (I)

  • Fragmentação pós queda de Roma
  • Surgimento de uma civilização greco-romana
  • Séculos IV e V – vários reinos bárbaros
  • Comitatus – relação de fidelidade entre chefes tribais e guerreiros
  • Ideias romanas de cidadania e Estado eram estranhas aos bárbaros
  • Fidelidade aos parentes e ao chefe tribal
  • Não entendiam a multinacionalidade romana
  • Leis romanas aos romanos, leis naturais aos bárbaros
  • Réu jogado ao rio em um ordálio
  • Ruralização e encolhimento das cidades
  • Região da Itália era uma exceção à tendência
  • Comércio resiste, mas de uma forma local
  • Império Bizantino – quadro pg. 252
  • 1050 – Constantinopla – nova capital do Império – preservação da cultura clássica
  • Idade Média
  • Alta – Queda do Império Romano (476) até o século X
  • Média Clássica – Entre XI e XIII – feudos e força política dos cavaleiros
  • Baixa – XIV e XV – intensas atividades comerciais e crescente urbanização
  • Reino Franco
  • Mais bem sucedido dos reinos germânicos
  • Consolidação entre Estado e Igreja
  • 496 Rei Clóvis se converte ao cristianismo
  • Auxílio ao papado no combate às heresias
  • A aliança entre os francos e o papado sintetizaram a cultura romano-germânica
  • 768 – Carlos Magno (rei franco) ampliação das fronteiras do Estado e das áreas de influência da Igreja
  • Natal de 800 – coroação de Carlos Magno pelo Papa Leão III como imperador dos romanos
  • Grande império ainda presente na imaginação medieval
  • Responsabilidade do Imperador de disseminar e defender a fé cristã
  • Dificuldades de governar o amplo território do Império Franco - 250 condados administrados pelos condes
  • Medidas:
  • Missi dominici – mensageiros reais (um leigo e um padre) – viagem anual aos condados
  • Reforma educacional
  • A partir de 787 – restauração de antigas escolas e fundação de novas
  • Podiam ser
  • Monacais (sob responsabilidade dos mosteiros)
  • Catedrais (junto à sede dos bispados)
  • Palatinas (junto às cortes)
  • Escolas Carolíngias – retomada do latim, grego, matemática e astronomia
  • Renascimento Carolíngio – retomada das artes da antiguidade contra às preocupações da Igreja e costumes germânicos
  • Figura pg. 254 – História da vida privada
  • Império de Carlos Magno – ideia de um Império Cristão Universal, mesmo sem os francos terem a organização administrativa do Império Romano
  • Morte de Carlos Magno e descentralização política
  • Filho – Luís, O Piedoso – busca dos nobres pelo aumento do poder e seus filhos rebelados
  • Morte de Luís e império dividido pelo Tratado de Verdun (843)
  • Maior aumento do poder por parte dos grandes proprietários rurais
  • Nobres passam a considerar como suas as terras que defendiam para o Estado
  • Papas e Imperadores competindo entre si e aliando-se a nobres e religiosos (bispos)
  • Aumento da força política local do nobre em troca de proteção às suas regiões
  • Quando não conseguiam proteger as regiões, estas se fragmentavam ainda mais
  • Nobres assumindo o posto de conde
  • Castelania – região em volta do castelo como unidade política
  • Papel da Igreja na Europa Ocidental
  • Doutrinação - Igreja Católica como caminho dos homens para o céu
  • Europa – formação de uma nova sociedade centrada no cristianismo
  • Arquitetura dos mosteiros – isolamento e proteção
  • Monges – copistas da cultura da antiguidade clássica
  • Soldados contra a heresia – sacrifício – um ano isolado em condições ruins para a saúde
  • Santo Agostinho x Não-cristãos
  • Os não-cristãos atribuíam a invasão dos visigodos (410), à renúncia aos deuses antigos
  • Júpiter (equivalente a Zeus) – deixara de proteger a cidade depois do cristianismo
  • Santo Agostinho escreveu A Cidade de Deus, onde respondia aos não-cristãos que os deuses romanos, pagãos e perversos, eram como demônios e que coisas piores haviam acontecido em Roma antes do cristianismo;


Aulas 4 e 5


A Antiguidade Clássica (II): Roma

  • Mitologia – Remo e Rômulo – filhos de Marte
  • Abandonados à margem do Rio Tibre
  • Foram salvos e criados por uma loba
  • Consulta aos deuses – Rômulo escolhido para fundar uma cidade
  • Roma (753 a.C.)
  • Cercou onde faria as muralhas e matou Remo, que, armado, ultrapassou a cerca
  • Historiadores – Metáforas:
  • Remo x Rômulo representa conflitos internos
  • Assassinato representa que não se devia atravessar os limites de Roma, armado
  • Cerca – divisão das zonas urbanas e rural
  • Roma – influência etrusca
  • Etruscos – povos greco-romanos
  • VII e VI a.C. – Etruscos expandiram territórios na Península Itálica e controlaram a monarquia romana
  • VI a.C. – Monarquia etrusca derrubada pela aristocracia romana
  • Criação do Senado – para evitar a concentração nas mãos de um só governante
  • Roma torna-se República
  • Governo – cônsules de origem patrícia (classe privilegiada) – eram juízes e comandavam o exército
  • A lei era oral – aristocracia detinha o conhecimento jurídico
  • Plebeus (classe mais pobre) – julgados, raramente recebiam o mesmo tratamento dos patrícios
  • Reinvindicações – ameaças de não trabalhar, não pagar impostos e não servir o exército
  • A aristocracia precisava deles para as guerras itálicas
  • Criação do Tribuno da Plebe – dois plebeus representavam o povo no Governo e eram eleitos em assembleias
  • Poder de veto sobre as decisões do Senado
  • 450 a.C. – Lei das Doze Tábuas – início das leis escritas
  • Alguma proteção contra os patrícios
  • Mais tarde – plebeus podiam ascender aos postos mais altos
  • Poder maior sempre nas mãos da aristocracia
  • Formação de uma elite política – plebeus voltados aos interesses aristocráticos
  • Nascimento do direito romano
  • No início – religião legitimando o poder
  • Aristocratas – se colocavam como defensores das leis sagradas
  • Relação religião-política perdendo a força
  • Leis passaram a se basear nas discussões
  • Conquistas romanas
  • Primeiro – Península Itálica
  • Alguns povos mantiveram a autonomia, mas pagavam impostos e forneciam soldados ao poder central
  • Interesses chocavam-se com Cartago, outro império em ascensão a sudoeste
  • Guerras Púnicas – Cartago – terras destruídas e anexadas ao Império Romano
  • Habitantes escravizados
  • Púnico (designação romana para descendente dos fenícios)
  • Ampliação do Império e contato com o povo grego
  • Influência das artes, da filosofia e do Direito
  • Ampliação da cidadania
  • Êxodo rural
  • Camponeses voltavam pobres das guerras
  • Encontravam suas terras abandonadas
  • Eram obrigados a vender aos ricos proprietários
  • Ampliação dos latifúndios
  • As terras não eram particulares, mas cedidas às pessoas para cultivarem-nas (ager publicus)
  • Na Grécia a média do tamanho das terras dos aristocratas era de 12 a 24 hectares
  • Em Roma, 80 mil hectares – pela lei o limite seria de 125 hectares
  • Com o crescimento da escravidão tornou-se desnecessário o trabalho camponês
  • Êxodo rural e inchaço de Roma
  • Reforma agrária e crise política
  • Tibério Graco (133 a.C.) - tribuno
  • Propôs a reforma agrária
  • Foi assassinado pelos aristocratas com mais 300 partidários
  • Caio Graco – irmão – tribuno
  • Retomou a ideia de Tibério e foi morto com 3.000 seguidores em uma rápida guerra civil
  • Era de violência e fim da República
  • Senado (guardião da liberdade) – privilégio a poucas famílias
          Passagem da República para o Império
  • Conquistas e ampliação do poder do exército
  • Generais queriam o poder político que pertencia ao Senado
  • Primeiro Triunvirato
  • Acordo INFORMAL entre Júlio César, Pompeu e Crasso
  • César – ganhou destaque pela vitória na Gália
  • Senado – temia que César assumisse o controle e ordenou que deixasse o exército
  • César – percebeu que perderia o poder e marchou sobre Roma
  • Venceu e foi nomeado Ditador por 10 anos
  • 44 a.C. – César se autoproclama Ditador vitalício
  • 15 de março de 44 a.C. – César é assassinado
  • O Senado não se fortaleceu com a morte de César
  • Segundo Triunvirato
  • Acordo FORMAL entre Marco Antônio, Lépido e Otávio (filho adotivo de César)
  • Lépido se afastou e os outros dois disputaram o poder
  • As tropas de Otávio esmagaram as de Marco Antônio
  • 27 a.C. – Otávio – 1º Imperador Romano
  • A República não deu conta de resolver os problemas gerados pelas copnquistas
        
         O Alto Império Romano - I a.C. a III d.C.
  • Elites da Roma Antiga
  • Roma: Capital do Universo
  • Virgílio: “- Tú, romano, lembra-te que nasceste para impor tuas leis ao Universo.”
  • Produtos do mundo inteiro
  • Alimentação: Iguarias de todo o mundo
  • Imperadores – acreditavam que eram deuses
  • Senado – era ouvido, mas submisso ao Imperador Otávio
  • Senado – deu o nome a Otávio de “Augusto” (divino entre os homens)
  • Obras públicas para mostrar poder
  • Aquedutos, arenas, estradas, portos, bibliotecas...
  • Nos quadros Otávio aparecia descalço como um deus
  • Imagem sempre jovem
  • Roma assimilava e difundia culturas
  • Expandiu-se ao norte da África, Bretanha e Germânia
  • “Pax Romana” – controle das fronteiras e das rebeliões internas

          Pão e Circo
  • Teatro – ostentação e entretenimento
  • Edifícios grandes e imponentes
  • Teatro em todas as cidades do Império
  • Coliseu (entre 70 e 82) – 45 mil espectadores
  • Cenas cômicas, lutas entre animais e gladiadores
  • Divertimento dos plebeus e distribuição gratuita de trigo
  • “Panem et circenses” – pão e trigo
  • Quanto mais alto nas arquibancadas, pior a condição social
  • Espetáculos violentos

          Baixo Império Romano
  • Crise econômica e política
  • Pax Romana e diminuição do número de escravos
  • O Império não estava mais ampliando suas terras durante esse período
  • Aumento do preço dos escravos
  • Diminuição da produção – romanos não realizavam trabalhos braçais
  • Diminuição da arrecadação de impostos
  • Entre 235 e 284 – 20 imperadores – 18 assassinados
  • Dificuldades em manter a burocracia e o aparato militar
  • Aumento dos tributos, confiscos de bens e descontentamento
  • Fragilidade interna – invasão dos Godos (bárbaros germânicos)
  • Os estrangeiros que não falavam latim eram considerados bárbaros
  • Capital transferida várias vezes
  • Bárbaros – ataques a Itália, Gália e Grécia – incendiaram parte de Atenas
  • A Ruralização
  • Declínio urbano;
  • Economia rural – novo modelo econômico;
  • Refúgio aos marginalizados;
  • Colonato;
  • Diocleciano e Constantino – centralização do poder;
  • Diocleciano - aumento dos impostos;
  • Perseguição aos colonos;
  • Proibição de mudarem-se e obrigatoriedade de ensinar o ensino aos filhos;
  • Divisão do Império Romano em Roma e Constantinopla;
  •  Parte oriental – escravidão não predominava e era menos vulnerável aos bárbaros;
  •  Existiu até o século XV com o nome de Império Bizantino;
  • Constantinopla foi construída sobre a antiga cidade grega de Bizâncio, 
    daí o nome de Império Bizantino;
  • Conquistada pelos turcos-otomanos, em 1453, hoje se chama Istambul;
  • Lado ocidental – cidades abandonadas pelos
  • patrícios;
  • Refugiavam-se atrás de  muralhas;
  • Comércio interrompido ou nas mãos de
  • judeus, sírios e gregos no oriente;
  • Crescimento do cristianismo;
  • Noção de comunidade para os desagregados;
  • Espelhavam-se no sofrimento de Cristo;
  • Igreja – principal fator do sucesso cristão;
  • Cristianismo
  • Beneficiou-se com a estrutura montada por
  • Roma – universalidade, dialeto grego e estradas;
  • No início os cristãos eram tolerados, depois  foram vistos como rebeldes – negavam-se aos impostos, a autoridade divina do Imperador e aos costumes romanos;
  • Perseguidos, torturados e mortos;
  • Diocleciano – maior perseguidor dos cristãos;
  • 313 – Constantino – Édito de Milão (liberdade aos cultos cristãos);
  • 380 – 391 – Teodósio – Religião oficial de Roma e proibição aos cultos pagãos;


Aulas 2 e 3
A Antiguidade Clássica (I): Grécia

  • Creta (maior) - origem da Grécia
  • Viagens marítimas - contato com o Egito
  • 2.000 a.C. - indo-europeus + cretenses = micênicos
  • Fig. Pg. 237
  • Peloponeso - sul da Grécia
  • Formação das classes sociais
  • Micênicos - apogeu - 1400 a.C. a 1230 a.C.
  • 1150 a.C. - a civilização micênica desintegrou-se por guerras internas e mudanças climáticas
  • A civilização grega herdou dos micênicos as crenças, a cerâmica, metalurgia, agricultura, mitos e lendas, etc.
  • Período Homérico (XII a.C. a VIII a.C.) - abandono da escrita
  • Arqueologia descobriu que nesse período predominava uma sociedade agropastoril
  • Formação de genos (casais sob o comando de um único chefe) e oikos (terras, casas, ferramentas, armas, gado - sobrevivência do grupo)
  • Oikos - economia coletiva e liderança do Pater Famílias - líder militar e religioso
  • Aedos (poetas) - preservavam o passado através da poesia oral
  • São atribuídas a Homero - Ilíada (15.693 versos) - Guerra de Tróia
  •                                          - Odisseia (12.110 versos) - retorno de Ulisses à Ítaca
  • Período Arcaico (VII a.C. - VI a.C.)
  • Enfraquecimento das pequenas comunidades agrícolas
  • Renascimento da vida urbana
  • surgimento das cidades-Estado gregas (pólis)
  • A religião cedia espaço à racionalidade
  • Fim dos monarcas e orientação pelos deuses
  • Isso distinguiu a civilização grega
  • Esparta - interiorana e fortificada
  • Superpopulação e falta de terra eram resolvidas conquistando terras vizinhas
  • As outras cidades gregas estabeleciam colônias longe de seu território
  • Povos conquistados - as outras cidades vendiam e Esparta transformava-os em hilotas (servos do Estado na agricultura)
  • Periecos - gregos livres, mas sem direitos (dedicavam-se ao comércio)
  • Espartanos - preparados para a guerra desde criança
  • Não havia democracia
  • Licurgo - legislador inquestionável e rígido
  • Atenas - Grande esquadra
  • Atenas - 35.000 cidadãos e 350.000 habitantes
  • Mulheres, estrangeiros livres, escravos e crianças não eram considerados cidadãos, portanto não tinham direitos
  • No início - monarquia centralizada
  • Aristocratas (os melhores) - usurparam os monarcas (reis)
  • Aristocracia formando a oligarquia (governo de um pequeno grupo com os mesmos interesses)
  • Oligarquia - formada pelos eupátridas (bem nascidos)
  • Estado aristocrático - poder hereditário (de pai para filho)
  • Escassez de terras e superpopulação
  • Estabelecimento de colônias
  • Sicília (sul da Itália)
  • Ilhas do Mar Egeu, litoral da Ásia Menor e Mar Negro
  • Processo de colonização (750 a.C. a 550 a.C.)
  • Aceleração do comércio e manufatura
  • Os mercadores (comerciantes) desafiaram a aristocracia
  • Democracia ateniense
  • No século VII a.C. Atenas passa por grave crise social
  • Drácon - 621 a.C.
  • Código severo de leis escritas
  • Não resolveu os conflitos entre camponeses e eupátridas
  • Sólon - 594 a.C.
  • Limitou o tamanho das propriedades
  • Fim da escravidão por dívidas
  • Todos os cidadãos (35.000) participando das decisões políticas
  • Concedeu cargos altos do Estado aos comerciantes
  • Caminho para a democracia
  • Continuidade do descontentamento dos mais pobres e das disputas oligárquicas
  • Psístrato - 600 a.C. a 527 a.C.
  • Tentou tirar partido da situação de crise e tornou-se tirano
  • Tirania não tinha um caráter essencialmente negativo
  • Tinha aparato militar e apoio popular
  • Era visto como defensor pelo povo
  • Promoveu a vida cultural em Atenas
  • Atenas tornou-se a capital cultural da Grécia
  • Grandes projetos arquitetônicos
  • Recitais das epopeias de Homero e apresentações dramáticas em praça pública
  • Clístenes - 565 a.C. a 508 a.C.
  • Ostracismo - eleição popular uma vez ano para eleger quem representava um perigo para o Estado e deveria ser exilado por 10 anos
  • Todas as questões de interesse geral deviam ser expostas à oratória (debate)
  • Prestes à democracia
  • Período Clássico (V a.C. a IV a.C.)
  • Grécia x Persas - Guerras Médicas
  • Liga de Delos - União das cidades-Estado
  • Apogeu da democracia ateniense
  • Povo decidia sobre conflitos internos e externos e onde aplicar os recursos públicos
  • Democracia ainda limitada (aristocracia ainda tinha o controle)
  • Generais eram eleitos da elite
  • Escravidão essencial à democracia - garantia do ócio e dedicação à cultura
  • Péricles - (495 a.C. a 429 a.C.)
  • Principal personalidade do século
  • Guerra do Peloponeso
  • Divisão política pela independência das cidades-Estado gregas
  • Atenas - desviava dinheiro da liga para suas obras arquitetônicas
  • Criação da Liga do Peloponeso contra Atenas - Esparta e aliados
  • Conflitos e fragilização das cidades-Estado gregas
  • Macedônia
  • Surgia como potência
  • Bárbaros da montanha - não pertenciam à cultura clássica grega
  • Hábitos não urbanos
  • Filipe II da Macedônia (rei) - em 338 a.C. conquistou toda a Grécia
  • Inicia-se o período macedônico ou helenístico
  • Caracterizado pelo domínio da Macedônia e pelo intercâmbio entre culturas, gregas, mesopotâmicas, hebraicas e persas, difundidas pelas cidades fundadas por Alexandre.
  • Melhores instalações portuárias
  • Progresso das técnicas de navegação
  • Expansão da economia monetária
  • Emergência de aristocracias nativas e adoção do idioma grego nas cidades egípcias e sírias
  • Judeus entraram em contato com a filosofia grega
  • A filosofia rompia barreiras



Questão central: Características do período helenístico

Aula 1
Da Pré-história ao surgimento dos primeiros estados
  • Pré-história - antes da escrita? Há divergências
  • Sociedades anteriores não teriam história?
  • 200 mil e 15 mil a. C. - surgimento do homo sapiens (África)
  • Verdadeiramente inteligentes
  • 100 mil a. C. - início da migração sem planejamento
  • 10 mil a.C. - homo sapiens em todos os continentes
  • Se locomoviam de 4 a 5 km por geração
  • pg. 234 - exercício - resposta C
  • Paleolítico (grego - palaiós(antigo) - lithikós (pedra))
  • 2,5 milhões a 10.000 a.C.
  • Viviam da caça e coleta de frutos
  • Nômades - viviam em pequenos grupos familiares
  • Seguiam a migração de animais e os ciclos da vegetação
  • A observação e cooperação mútua pela caça e coleta desenvolveram relações sociais
  • Homem - caça   e    mulheres - proteção do grupo e coleta de frutos
  • A descoberta do fogo o distinguiu dos outros animais
  • Luz e calor para as cavernas e abrigos
  • Cozimento - desinfecção e facilitação da mastigação e digestão
  • Segundo Isaac Asimov, o fogo foi o primeiro estágio da tecnologia
  • Paleotlítico - fogo, ferramentas e linguagem
  • A fala desenvolveu-se em milhões de anos e garantiu a troca de conhecimento
  • Arco e flecha - utilizado até o século XV em guerras
  • Neolítico - (néos (novo) - lithikós (pedra)
  • Idade da Pedra Polida
  • Produção de novas ferramentas
  • Desenvolvimento da agricultura e criação de animais
  • Possibilidade de sedentarização (formação das primeiras aldeias)
  • Revolução Neolítica
  • Aprendeu a controlar a natureza
  • Maior domínio do cultivo e ampliação das aldeias
  • Acúmulo de riquezas - exército e muralhas contra outros grupos humanos
  • Maior divisão do trabalho - agricultores, artesãos, guerreiros e sacerdotes (administradores)
  • Refinamento das ferramentas
  • Fibras vegetais (algodão e linho) para roupas
  • Padrões que perduram até hoje - assentamento, domesticação e agricultura
  • A Revolução do Neolítico equivale à Revolução Industrial
  • 4.000 e 3.000 a.C. - importantes modificações
  • Criação das escrita para simbolizar os produtos - novas relações humanas
  • Utilização do metal e do bronze
  • 3.000 e 1200 a.C. - Idade do Bronze
  • Início da Idade do Bronze
  • Concentração de pessoas às margens dos rios
  • Tigre, Eufrates (Mesopotâmia), Nilo (Egito), também na índia e América Central
  • Com o sedentarismo e a formação de cidades, as decisões passaram de coletivas a grupos privilegiados
  • Formação dos Estados (países)
  • Ex. pg 236 - resposta A

Questão central: - Domínio das atividades agrícolas e a domesticação animal mudando as relações sociais.

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